Assistam, meus amigos, assistam!
Essa nova série da Netflix foi para mim um soco no estômago e me obrigou a refletir no final de semana sobre a questão da inclusão geracional nas organizações. Quase não vejo esse tema ser discutido, apesar de muito já se falar sobre diversidade. Mas sendo a diversidade potencializadora de resultados, é preciso falar sim sobre inclusão (ou permanência) de pessoas com mais idade em postos de trabalho.
Tudo bem que, do meio para o fim da temporada, o comportamento do personagem principal fica insano e a série acaba perdendo um pouco da crítica social. Mas aqui não estou fazendo resenha audiovisual. Minha intenção é debater sobre o fato do mercado de trabalho relegar as pessoas de 55 anos à categoria de decadentes sociais. Já vi alguns colegas sendo demitidos por tempo de casa, não necessariamente por baixo desempenho.
Tenho 39 anos e, sinceramente, não quero chegar aos 50+ me sentindo inútil para exercer minha profissão ou sendo desprezada pelo mercado pela minha idade, ainda mais em um cenário geral de aumento de expectativa de vida (muito embora estejamos vivendo uma pandemia). Até porque inovação, capacidade de desaprender e reaprender, empatia, disponibilidade para trabalhar em equipe, cooperação e pensamento crítico não são habilidades específicas de quem é jovem, mas de quem está disposto a desenvolvê-las.
Um desejo: passemos a refletir mais sobre a inclusão geracional nas organizações!
Um desejo: passemos a refletir mais sobre a inclusão geracional nas organizações!

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